Monday, December 10, 2007
Thursday, July 05, 2007
Ó eu aqui
Há regressos demorados. Tudo depende obviamente do caminho que tomamos. Podemos vir pelo mais comprido e daí a demora. Andei por essas veredas da vida à procura de inspiração para uma escrita mais afastada do real, o que é sempre bom. Fazer declarações a namorados não é de todo a melhor forma de começar um blog. Principalmente se o namorado depois responde ao post. De modo que voltei, agora mesmo a sério. Até porque já é Verão (finalmente 30 graus). Agora que a oitava maravilha do mundo voltou à net tudo está bem outra vez.
Labels: regressos
Saturday, June 24, 2006
Isto da vida, minha amiga, é mesmo como o bingo
I was lying in my bed last night staring
At a ceiling full of stars
When it suddenly hit me
I just have to let you know how I feel
We live together in a photograph of time
I look into your eyes
And the seas open up to me
I tell you I love you
And I always will
And I know you can't tell me
So I'm left to pick up
The hints, the little symbols of your devotion
And I feel your fists
And I know it's out of love
And I feel the whip
And I know it's out of love
And I feel your burning eyes burning holes
Straight through my heart
It's out of love
I accept and I collect upon my body
The memories of your devotion
I accept and I collect upon by body
The memories of your devotion
And I feel your fists
And I know it's out of love
Wednesday, April 26, 2006
Saturday, April 22, 2006
Wednesday, April 19, 2006
Pronto....eu tinha dito que não fazia poemas

Mas isto não é um poema. Quero transmitir ao mundo, pelo menos às duas pessoas que já entraram neste blog, que o meu coração tem dono, proprietário, senhorio. Tal como todos os outros, não faz obras. O sangue chega lá, mas a canalização tem rupturas. Há artérias que palpitam ao mais pequeno sobressalto, como quando os olhos veêm uma foto dele, montado numa mota vermelha e com ar de desafio. E mesmo as válvulas, de tanta ansiedade, já estão frouxas e preguiçosas. Algumas abrem logo, outras já só com uma pancadinha. Apesar disso, não desisto de pagar a renda. E espero muito em breve conseguir convencê-lo de que mereço mais uma oportunidade. De que tenho a porta aberta para o receber...para que ele conserte as rupturas na canalização, os sobressaltos das artérias e a preguiça das válvulas. E se ele não puder vir, eu levo o meu coração até onde ele estiver. Que eu sei que é perto do mar (já não consigo ir lá ter, é certo), e que o meu telemóvel vai estar sempre pronto para o chamar. Prometo.



